Não dá para fazer nada bom no inkscape!

Estava conversando com usuário de uma outra suíte que não quero citar o nome, mas o primeiro nome começa começa com co e terminal com rel, e ele me disse a frase do título!

Não dá para fazer nada bom no inkscape! Tem que ser no Corel!

Como ultimamente não faço mais o papel de bitolado, deixei o assunto para lá, mas depois fiquei me corroendo e pensando como um “profissional” pode ficar preso a uma ferramenta somente pelo seu legado? Digo isto por conhecer o trabalho dele e saber que o que ele faz, daria para fazer a mesma coisa até  no paint brush do windows!

No final, o que conta mesmo é o conhecimento que o usuário tem do software, ficando depois a analise do consumo de hardware exigido pelo programa.

Mas o fato é que o Inkscape já se tornou muito, uma ferramenta profissional para vetorização, e precisa agora somente quebrar outra barreira e desta vez não é tecnológica ou de ordem técnica e sim a do preconceito de ele não é um bom software e para ajudar, veja esta imagem:

Fotografia vetorizada por Luciano Lourenço, usando Inkscape em Debian GNU/Linux com auxilio de um tablet.

Fotografia vetorizada por Luciano Lourenço, usando Inkscape em Debian GNU/Linux com auxilio de um tablet.

Se quiser mais informações sobre o inkscape, você pode acessar o wiki da comunidade brasileira (http://wiki.softwarelivre.org/) ou o nosso forum(http://www.procedural.com.br/forum/inkscape/).

 

This entry was posted on segunda-feira, outubro 26th, 2009at 14:38 and is filed under 2d, corel, inkscape, vetorização. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response or trackback from your own site.

 

One Response to “Não dá para fazer nada bom no inkscape!”

  1. Concordo plenamente. Tive contato com o InkScape no início de 2009. Depois não mexi mais e agora estou usando rotineiramente. Estou impressionado com o crescimento da qualidade do software em tão pouco tempo.
    Para não citar nomes, meus desenhos sempre foram feitos com as extenões AI e CDR. :-) Ao começar a usar o InkScape tive que me forçar a buscar as mesmas soluções, sem recorrer à minha “zona de conforto”.
    Obviamente isto tomou mais tempo do que se eu fizesse nos aplicativos que eu já dominava, mas considerei como custo pelo aprendizado.
    Estou passando para uma fase em que, diante de uma demanda de ilustração, penso primeiro no InkScape. Depois nos outros programas.
    Estou confiante de que ele continuará melhorando e inserindo funcionalidades que abrirão os horizontes dos designers. Isto tem ocorrido com aplicativos como o Blender, o Gimp e tantos ouros software livres.

    Marcos Baldin

    Posted by Marcos Baldin on fevereiro 25th, 2010 9:20

 

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